Paulinho do Forró, tem 50 anos de vida e 25 só de forró. Ao longo da trajetória de devoção ao ritmo nordestino, já gravou três discos de vinil e oito CDs. Também participou de várias gravações ao lado de Dominguinhos e Osvaldinho, tocando triângulo.
Além de trianglista e cantor de voz marcante, Paulinho também é compositor. São deles as canções Mandacaru, Olhe Marilu, Aqui tem Forró, Costumes do Meu Lugar e Só Não Deixo de Te Amar, incluídas em seu repertório e tocadas pelos Djs de forró da cidade. Mas uma de suas composições mais representativas é a que fez para demonstrar o carinho pela terra que o acolheu: Homenagem a Brasília, com a qual ganhou um troféu da Rádio Plabalto e o segundo lugar no Festival da Cultura. A música De Janeiro a Janeiro, com a qual o Trio Balanceado (DF) ficou em terceiro lugar no 8º Festival de Itaúnas, também é de sua autoria.
No show de Paulinho do Forró também tem canções de diversos outros compositores e intérpretes, como Luiz Gonzaga, Trio Xamego, Trio Nordestino, Flávio José, Os 3 do Nordeste e João Silva. Quem o acompanha nas apresentações são o zabumbeiro Deca e o sanfoneiro Carlinhos.
O Projeto de forró Coisa de Zé formou-se em julho de 2009 e desde então constrói uma história por onde passa e deixa uma bela mensagem pelos palcos onde toca.
Os integrantes chamam atenção pela pouca idade, mas mostram grande conhecimento, isso é possível notar pelos arranjos ousados, que acabam sendo uma das maiores características.
Em dezembro de 2009 participam do Festival de Forró de Ilha Grande, conseguindo ser finalistas e a maior revelação, na opinião do público.
O nome Coisa de Zé originou-se através de um debate sobre o gosto musical em uma conversa informal, quando defenderam o forró pé de serra, muitos deram risada e disseram: ?Isso é Coisa de Zé?. Assim surgiu a idéia de fazer um projeto de forró pé de serra, que tem o propósito.Fazer Forró que o povo quer!.
Coisa de Zé é composto por Diego Germano (Triângulo e voz), Dudu Lima (Zabumba), Rodrigo Vaz (Cavaquinho) e Tatu Szember (Acordeon).
Nas viagens que fazem pelo Brasil, encantam pelo ritmo envolvente, paixão pelo que fazem e talento dos instrumentistas. Despertam o interesse do público, carregando na história do forró pé de serra, elogios de artistas, garantindo música de boa qualidade ao público exigente, que carrega no peito o sentimento pelo ritmo nordestino.
A banda Peixelétrico surgiu em meados de 1999 na Praia Branca/SP.
Era ali na praia, entre um lual, muita energia boa rolando, surf e gente bonita que a galera se reunia para tocar forró mesclado com Reggae.
Em 2000 foram contratados pela Abril Music , despontando nacionalmente com o Forró Universitário junto com grandes bandas da época.
Atualmente trabalhando com o seu terceiro cd, intitulado "Ligação", a banda reuniu nove anos de experiência para criar uma sonoridade mais elaborada com influência dos diversos estilos do Reggae, sem deixar de lado o Xote, o Baião e o Arrasta Pé e com a importante participação de músicos de primeira, como Marcelo Jeneci e Ricardo Prado (Sanfona e Teclados), Rafael Ferreira (Sax e Flauta), Bruno Buarque e Tustão (Percussão), Pedro Sakovic, Alexander Galio e Emerson Udovic (guitarras), Roberto Sales e André Mitsuoca (Trombone), o resultado só poderia ser surpreendente. O Disco conta ainda com a participação especial da cantora e compositora Carol Pereyr em algumas faixas.
O nome Ligação faz referência a uma das músicas do CD e a possibilidade de ligar ritmos diferentes de forma harmônica, sem falar na ligação que a música estabelece entre as pessoas, principalmente quando se dança a dois.
O Peixelétrico consegue unir sanfona com flauta, os metais e a zabumba com bateria, rompendo a barreira dos rótulos que tentam definir o que é forró Pé-de-Serra, Forró Universitário ou Reggae Raiz. Na verdade eles fazem MPB para dançar agarradinho.
Iniciando sua carreira em 2004, a Banda Kariri veio com o propósito de incentivar a juventude à conhecer um pouco da História "rica" e "sofrida" do Nordeste Brasileiro, e até hoje com suas músicas românticas, melódicas, compostas por Dario Lenin, Danilo Rodine e Fabiana Costa, vêm conquistando cada vez mais o público jovem e até mesmo o público mais maduro, relembrando o Inesquecível mestre Luiz Gonzaga.
Lucinete Ferreira, a Anastácia, é cantora e compositora nascida no bairro de Macaxeira, em Recife - PE.
Começou a cantar muito cedo, aos 7 anos cantava para as lavadeiras no açude de Apicurus, onde residiu até os 10 anos. Aos 12 anos entrou para o Pastoril Juvenil, na vila do Buriti, cuja organização era de Dona Margarida.
Anastácia tinha uma participação muito expressiva, pois era uma pastora. Lá, ela encenava vários autos folclóricos mostrando sua tendência para arte. Quando tinha 12 anos se inscreveu no concurso de calouros "Clube Recreio da Fábrica", local onde sua mãe trabalhava.
Foi a vencedora do concurso, sendo então, contratada pela orquestra de Otton Bezerra de Melo. Tudo ia muito bem na carreira de Lucinete, no ano seguinte foi contratada pelo SESC, no bairro de Vasco da Gama.São Paulo Em suas apresentações foi descoberta pelo ator Clênio Wanderley que levou-a para a rádio Jornal do Comércio, em Recife, onde integrou o elenco da emissora como cantora e comediante.
Com o surgimento da televisão e a perda de popularidade do rádio, Lucinete rumou para São Paulo, em 1960. Ao chegar na capital paulista, conheceu uma das duplas mais influentes da época Venâncio e Corumba. Os repentistas a levou para um teste na gravadora Chantecler. Não demorou para gravar um compacto duplo e, em seguida, um LP onde aparecia com o pseudônimo de "Anastácia".
O LP trazia a composição " Vai, Vai" de Venâncio e Corumba, e teve grande repercussão no Nordeste.
No ano de 1966 ao participar do programa Chapéu de Couro, de Jorge Paulo, ela conheceu o sanfoneiro e compositor Dominguinhos, que lhe fora apresentado pelo cantor Ary Lobo. No ano seguinte, recebeu convite de Luiz Gonzaga para abrir seus shows no Nordeste.
O rei do baião convidou Dominguinhos para acompanhá-la, daí, nasceram mais de duzentas parcerias entre elas "Eu só Quero um Xodó". Os dois funcionavam como uma dupla de compositores cuja parceria frutífera findou em 1978.
Participou de projetos importantes como Pixinguinha, ao lado de Jackson do Pandeiro e Oswaldinho do Acordeon {filho de Pedro Sertanejo}. Com Jorge Melo e Zé do Norte, participou do projeto Seis e Meia; do Festival de Itaúnas entre outros.Alguns intérpretesEntre discos e CD's a cantora já gravou um total de 45 discos, sendo 2 compactos além de participações em discos de outros artistas.
Como compositora contabiliza mais de 500 composições sendo gravada por intérpretes como Luiz Gonzaga, Marinêz, Clemilda, Daniela Mercury, Nalva Aguiar, Waldick Soriano, Carmem Silva, Nara Leão, Fernando Mendes, Dóris Monteiro, Paul Mauriart, Timmy Thomas, Trio Nordestino entre outros.
Próximo de completar 70 anos, Anastácia está em plena forma e continua por quase todo o país cantando e contando causos.
Nascido e criado em Belém do Pará, Gabriel Eusébio dos Santos Lobo começou sua carreira se apresentando em programas de calouro na Rádio Clube do Pará, quando ainda era soldado.
Em 1958, gravou o primeiro disco pela RCA, interpretando o batuque Sentilena do mar, de Alventino Cavancânti e Hilton Simões e o rojão Forró do cabo Gato, de Babosa da Silva e José Pereira. No ano seguinte, gravou os cocos Paulo Afonso e Pedido a Padre Cícero, de Gordurinha.
Em 1964 gravou o LP que popularizou dois de seus grandes sucessos como cantor, O último pau-de-arara, de Venâncio, Corumba e J. Guimarães e Vendedor de carangueijo, de Gordurinha.
É MELHOR COLOCAREM O CAPACETE QUE LÁ VEM CHUVA DE PEDRADA!
Amélia Claudia Garcia Colares (Fortaleza, 21 de julho de 1950), mais conhecida como Amelinha, é cantora e compositora brasileira.
Foi casada com o cantor e compositor Zé Ramalho. No ano de 1980 ganhou o 2° prêmio do Festival da Rede Globo (MPB-80) com a música "Foi Deus que fez você".
Consagrou-se em 1982 cantando o tema "Mulher Nova, Bonita e Carinhosa Faz o Homem Gemer sem Sentir Dor". Nessa época já possuia diversas gravações e alguns discos produzidos por Zé Ramalho.
Iniciou a carreira na década de 70 ao lado de outros cantores cearenses como Fagner, Belchior e Ednardo, o grupo ficou conhecido no meio artístico como o pessoal do Ceará.
Blog criado com o intuito de valorizar, divulgar e expandir o nosso verdadeiro, original e autêntico FORRÓ PÉ DE SERRA, que jamais e em hipótese alguma deve ser esquecido, confundido ou comparado com outros ritmos que se auto-titulam forró!
obs: Esse blog não tem como objetivo ofender, denegrir, nem tão pouco piratiar. Portanto se por acaso alguém se sentir lesado por alguma publicação, entre em contato, para que imediatamente seja retirado a postagem.