O trio Pisada Nordestina, surgido no dia 30 de Abril de 2009, a partir de um novo projeto feito pelos músicos experientes vindo do antigo trio chamado Os 3 do Roçado, que carregavam esse nome a 4 anos, onde faziam e vai continuar fazendo shows dentro e fora do Estado, tais como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. Já participaram dos festivais de itaúnas e Ilha grande, e foram muito comentados e aplaudidos.
Mantendo a mesma formação com Filipe Picoli, com sua ótima pegada, cadenciada e precisa, Vitor Lima com sua voz forte e marcante e completando o trio o mineirinho Eli Júnior com suas lindas notas, melodias e danças, Contagiando todo o público, o trio está em fase de gravação de CD que já traz o novo nome Pisada Nordestina, com músicas inéditas e com a pegada que todos vocês conhecem. Este primeiro CD traz participações de grandes nomes do forró pé de serra.
Alegria. Muita alegria é o que o tem proporcionado para o público que tem comparecido aos shows do Trio Araripe. Na capital paulista, o Trio Araripe, com seu talento e carisma, fez shows em todas as grandes casas do circuito do forró. Entre as muitas importantes, esteve no Patativa, CTN, KVA, Canto da Ema, Danado de Bom, Lapa Multishow, e sempre com muito sucesso. O Trio Araripe é frequentemente convidado a se apresentar em convenções, exposições, feiras, aniversários e em vários outros tipos de eventos.
Componentes: Tizui - Trianguista, iniciou sua carreira aos 15 anos de idade, em Fortaleza. Radicado em São Paulo desde 1985. Chegou e já foi cantar no Salão de Bailes do Pedro Sertanejo, o primeiro forró do sudeste do Brasil. Compôs e tem gravadas mais de 200 músicas. O maior sucesso até agora foi a linda: "Faço Tudo Pra Te Amar". Tiziu participou de gravações e shows de Luiz Gonzaga, Carmélia Alves, Dominguinhos, Venâncio & Corumbá, Nelson Ned, Agnaldo Timóteo, Reginaldo Rossi, Luiz Vieira, Amado Batista e Martinho da Vila.
Zé Neto da zabumba - Conterrâneo de mestre Zinho (ex 3 Do Nordeste) e Genaro do Acordeon e filho de Benício Guimarães, grande cantor, compositor e sanfoneiro. Já tocou com Jackson Antunes, Marines e sua gente, Cilene Arujo e Israel Filho. Com Teo Azevedo participou dos programas de TV Jô Soares (Globo), Viola Minha Viola (Cultura) e do Show Brasil 500 anos, em Belo Horizonte.
Clayton Gama - Paulistano, natural de Mauá, foi batizado com o nome Clayton Sobrinho Gama, nascido em 17/02/88, filho de pernambucano começou tocar sanfona aos 12 anos de idade, um jovem audacioso e perseverante, com o seu jeito arrojado impressiona a todos com sua tranquilidade e o seu jeito tímido de tocar Sanfona. Apesar de ser muito jovem tem consigo um talento muito especial, já fez show com Flávio José e agora esta junto com Zé Neto e Tiziu, e a cada dia que passa esse jovem vem encantando com o seu carisma uma grande parte dos palcos brasileiros.
Segue abaixo um show ao vivo desse trio que dispensa comentários!! Aproveitem!!!
Tambor confeccionado de pranchas de madeira coladas com veios alternados ou metal, no formato de caixas cilíndricas, também conhecido por zabumba, de médias e grandes dimensões e sonoridade grave, sendo tocado ou percutido por varetas, macetas ou baquetas, em superfície com uma ou duas membranas esticadas em uma das bases, as quais, percutidas, produzem sons indeterminados, muito usado para marcar o ritmo em determinados gêneros musicais.
O som da zabumba é característico de todos os ritmos nordestinos do genero forró, sendo os principais baião, xaxado e xote. É também usado no ritmo nordestino coco.
Com seu som grave marca o tempo forte da música. Marca também o contratempo devido à sua vareta chamada bacalhau, que bate na pele inferior. O som grave funciona como uma espécie de bumbo de bateria, enquanto trabalha o bacalhau, que é uma espécie de caixa. Sua pele pode ser de couro ou de nylon, sendo que este não apresenta problemas com as afinações provocadas por temperaturas climáticas.
O vocábulo "zabumba" é utilizado também para significar azar, ou uma reviravolta negativa na vida de alguém.
"O" zabumba ou "A" zabumba, tanto faz. Não há um gênero classificador. Diferente de qualquer peça de bateria, surdo, bumbo ou similares, o zabumba acompanha na sua pele de cima um "abafador", para retirar o excesso de harmônico na nota emitida pela vibração da pele. Cada "abafador" varia em espessura e maciez. Dependendo do tamanho do zabumba (normalmente medido em polegadas).
Partes da zabumba: Aros, peles, canôas, garras e corpo.
Quanto maior a profundida do instrumento, maior facilidade em emitir notas com freqüências mais baixas (grave) e quanto maior o diâmetro, maior a facilidade em emitir harmônicos.
Veja a seguir, os rítmos do forró sendo tocado nesse instrumento maravilhoso!!!
José dos Santos Silva, o Rouxinol, nasceu em 1954, na Paraíba. Desde pequeno já se interessava pelo forró. Nos bailes, passava o tempo todo no pé dos músicos pedindo para dar uma canja e tocar o instrumento que ficara apaixonado: a zabumba.
Por ser jovem não era convidado para cantar. Mesmo assim ele não desistiu e sempre ensaiava com a sua zabumba ouvindo muito forró no rádio. Um dia, por ironia do destino, todos os músicos da cidade viajaram e não tinha ninguém para animar uma festa. De última hora alguém lembrou que o “Nego Zé”, como ele era conhecido, cantava e tocava, então correram para sua casa para contratá-lo. Quando a bateram em sua porta ele já estava quase dormindo. Ele levantou e feliz com a oportunidade fez o show. Tocou e cantou a noite toda. A partir daí sua carreira se consolidou e ele passou a fazer bastante shows.
Com 23 anos veio para SP e retomou a carreira musical, tocando em várias casas, como o Forró do Humaitá, onde tocou 11 anos. Nessa época gravou o seu LP, Forró na Paulicéia, que vendeu 40 mil cópias.
Em 97, com o Forró Eletrônico em alta, o Pé-de-Serra caiu e ele ficou com poucos lugares para tocar e resolveu buscar outras atividades. Depois de um tempo ficou desempregado e procurou outro meio de sobrevivência, a solução encontrada foi vender discos. Começou vendendo no Remelexo e passo a vender em todas as casas do circuito. Em 2000, durante uma de suas vendas, foi chamado para dar uma canja com o Trio Sabiá. Essa canja é considerada o recomeço de sua carreira. Um mês depois foi chamado para tocar no KVA e não parou mais. Hoje Rouxinol se diz realizado. Canta o que gosta, adora o seu público atual, que em sua opinião é o melhor que já teve. “É um público que presta muita atenção nas músicas e nas mensagens que elas passam, além de reconhecer o valor que a música tem.”, afirma.
Uma característica marcante dele, é o cuidado que tem para definir o seu repertório. “Eu gosto de cantar músicas de bons artistas como Ary Lobo, Jackson, Azulão, Zito, Osvaldo de Oliveira, esse povo aí, e ainda seleciono muito bem, tento cantar somente o que eu acho sadio”. Pra finalizar, Rouxinol manda um apelo a quem gosta do seu trabalho. “Peço para o público exigir boa qualidade da música e boas interpretações., Senão o pessoal do eletrônico sempre vai criticar a qualidade do nosso pé-de-serra.
Segue abaixo uma pequena amostra do trabalho do Rouxinol!!! ao vivo!!!
FRANCISCO FLÁVIO LEANDRO FURTADO, filho primogênito de Teté e Izinha, nasceu na pequena e aconchegante Cidade de Bodocó-PE.
No Riacho do Amparo fez da vida uma canoa. Na salobra Cacimba da Simôa fez do sal o açúcar que lhe adocicou a vida. Nos Sítios Passagem, Letras e Recurso buscou o cenário que hoje estampa suas composições. Da cantiga dos pássaros do sertão, do zunido das cigarras, do berro dos bezerros, do relinchar dos jumentos e cavalos, dos pingos de chuva batendo nas telhas, das radiolas de pilhas remoendo um forró, do pisado de milho no pilão, do gemido das rodas de um carro de boi, dos imaginários assobios da mãe-da-mata, dos benditos das renovações e dos aboios dos vaqueiros, tirou a sonoridade de suas melodias.
Começou a compor, sem saber, aos treze anos, época em que morava na Vila da Cohab e recebia fortes influências dos amigos Venaldo, Cacau e Siño, com quem dividia todas as noites a Pedra do Paraíso para um arranhado de violão, boas cantigas e conversas. Vindo de família pouco abastada viu nos estudos a saída para a consecução de seus sonhos. Inicialmente estudou na antiga LBA (Legião Brasileira de Assistência), Pouco tempo depois já dava a mão á palmatória de Dona Francina. Fez o primário no Grupo Escolar Artur Barros Cavalcanti, o ginásio no Ceru João Carlos Lócio de Almeida.
Em 1985 deslocou-se até a Cidade de Crato-CE., onde terminou seu curso de nível médio com formação em Técnicas Agropecuárias e participou pela primeira vez de um grupo musical (Sementes da Terra). Interpretando músicas suas, de Kim (seu conterrâneo) e Aldi (de Bacabal -MA.) lançou boas sementes musicais no solo dos promissores Festivais do Cariri, obtendo os 2º, 3º e 10º lugares no Festival Estudantil da Canção na Quadra do Bicentenário em 1987.
Volta a sua Bodocó em 1988 onde termina o Curso de Contabilidade e começa a lecionar Matemática no Colégio Municipal Antonia Lócio da Cruz.
Em 1989 casa-se com sua musa inspiradora e hoje sua Produtora Cícera Maria Lopes Leandro Furtado (Cissa Leandro), mãe dos seus três rebentos Davi, Manu e Sarah. Inicia o curso de Ciências Biológicas na Faculdade de Araripina, mas em função da grande carga de trabalho e da dedicação aos estudos abandona a formação superior no segundo período e divide-se entre a família, o magistério e os concursos públicos.
Prestou serviços no Banco do Brasil e no IBGE, foi Escrevente do 2º Cartório de Ofícios, Contabilista no Escritório de Julinho, Professor de Informática e, atualmente, além de Cantar e Compor, é Auditor Fiscal da Receita do Estado de Pernambuco.
Em virtude da timidez não mostrava suas composições. Porém, em 1990 é convidado por um grupo de colegas a participar de um show de calouros no antigo S.U.B., hoje Teatro Aladino Gomes de Sá e conquista o primeiro lugar. Cria coragem, vence outro show de calouros, desta vez no Shile Drinks época em que conhece Leninho, seu parceiro em mais de 15 composições. Dentre elas, destaque para TEMPO, música bastante conhecida Brasil afora. Formam então o Grupo Gisleno Rodrigues e Flávio Leandro que durou dois anos.
Em 1992 entra na Banda Raio Laser como vocalista. Continua compondo, mas, somente em 1998 lança o seu 1º CD, TRAVESSURAS. Em 2000 lança o CD BRASILIDADE. Em 2001 lança o seu álbum ACÚSTICO. Em 2003, o CD FORRÓ ILUMINADO. Em 2004, em agradecimento ao Título de Cidadão Exuense, grava o CD "NA CASA DO REI", interpretando várias pérolas de Gonzaga. Em 2005, grava a coletânea FELIZ DA VIDA. Em 2006, grava seu primeiro DVD - DEZ LÉGUAS DE FORROBODÓ e, mais recentemente, em 2008, lança o CD "XÔ APERREIO!".Todos regados ao puro som do autêntico e legitimo forró nordestino tão defendido e divulgado pelo eterno Luiz Gonzaga, Rei do Baião.
Hoje tem a satisfação de emplacar várias músicas nas mais diversas vozes do País como atestam Elba Ramalho, Flávio José, Santanna, Jorge de Altinho, Geraldinho Lins, Leninho, Sinfonéia Desvairada, Waldonys, Joquinha Gonzaga, Nádia Maia, Cristina Amaral, Adelmário Coelho, Quenga de Côco, Trio Virgulino, Cheiro de Menina, Zezo, etc.
Segue abaixo um show ao vivo do Flávio Leandro!!! Muito Bom!!!
"Guardando uma conduta radical na defesa das raízes musicais do Nordeste, Biliu tem na figura de Jackson do Pandeiro a trilha certa a seguir.
Ele manifesta-se na batida rítmica de seus cocos, galopes, arrasta pés e forrós, bem como no temário de suas letras.
Recheado de bom humor e ironia e, por vezes , carregado de um duplo sentido explícito, porém construído com criatividade e inteligência, o que o diferencia das apelações encontradas nas músicas da moda."
Blog criado com o intuito de valorizar, divulgar e expandir o nosso verdadeiro, original e autêntico FORRÓ PÉ DE SERRA, que jamais e em hipótese alguma deve ser esquecido, confundido ou comparado com outros ritmos que se auto-titulam forró!
obs: Esse blog não tem como objetivo ofender, denegrir, nem tão pouco piratiar. Portanto se por acaso alguém se sentir lesado por alguma publicação, entre em contato, para que imediatamente seja retirado a postagem.