quarta-feira, 12 de agosto de 2009

.Trio Maracaia


O Trio Maracaia, de Osasco (SP), é formado por três jovens rapazes que negaram todas as influências da moda que os cercavam e decidiram montar um grupo para tocar somente o mais puro e autêntico forró pé-de-serra.


O som do trio é marcante e inconfundível, tendo Edu Santos - o Dudu - como sanfoneiro e vocalista, Abner Brasil como zabumbeiro e Ivan Lima como triangulista.


Há nove anos, ainda com o nome de banda Chinela Torta e cinco componentes, o grupo fazia um som mais popular. Aos poucos receberam influências de grandes nomes do pé-de-serra, como Os 3 do Nordeste, Fúba de Taperoá, Zito Borborema, Edson Duarte, Genival Lacerda, Mestre Zinho, Trio Nordestino, Flávio José e Jackson do Pandeiro e não resistiram ao ritmo tradicional. Desde então, incluíram mais "pegada" ao som que faziam, adotaram a formação de trio, típica do estilo difundido por Luiz Gonzaga, e batizaram o novo grupo de Maracaia, fazendo alusão ao instrumento maráca.


A idéia trouxe ainda mais evidência à banda, que chegou a abrir shows maiores como os de Mestre Zinho, Trio Xamego, Trio Potiguá, Trio Virgulino, Trio Nordestino, Rastapé e Bicho de Pé.


Em 2007, o reconhecimento mostrou que Dudu, Abner e Ivan estavam no caminho certo, quando foram considerados a banda revelação do ano por uma das mais antiga casas de forró pé-de-serra do País, a paulista Remelexo Brasil – que revelou a banda Falamansa. Em julho de 2008, o grupo tornou-se finalista do 8º Festival Nacional de Itaúnas (ES), considerado a maior vitrine de talentos da nova geração do forró pé-de-serra. Abner foi indicado ao prêmio de melhor triangulista. Com cerca de cinco músicas próprias e um repertório repleto de clássicos de xaxado, xote e baião, o Trio Maracaia tem como marca registrada a alegria, que conquista o público por onde passa.






E tomi forró do bom e ao vivo!!!

Trio Maracaia Forro Ispilicute 19122008 Parte 1.zip
Trio Maracaia Forro Ispilicute 19122008 Parte 2.zip

domingo, 9 de agosto de 2009

.Trio Dona Zefa

Com sangue nordestino e forrozeiro correndo nas veias, os três irmãos de Campinas (SP): Danilo, Murillo e Marcelo Ramalho, viajam pelo Brasil cantando e encantando de maneira inconfundível o tradicional Forró pé-de serra.. Elogiados por grandes artistas e público, o Trio Dona Zefa é garantia de casa cheia sempre que aparece na cidade.

Mesmo nascidos no estado de São Paulo, os meninos não negam as origens da árvore genealógica. Os pais são Nordestinos do interior da Paraíba, o tio e o avô são sanfoneiros e compositores de forró. O nome do grupo, inclusive, é uma homenagem à mãe Josefa, que acompanha o sucesso dos filhos com orgulho.

O som do Trio Dona Zefa é marcado por um forrozinho mais calmo, com mais suingue e balanço, com fortes traços do baião e do xaxado, além do xote, que geralmente fala de amor, um dos temas prediletos do grupo. O público costuma não deixar o trio ir embora sem tocar o divertido Forró do Talarico, de autoria do vocalista Danilo, e a tradicional Cinturinha Dela, de Jacinto Limeira. No repertório, há ainda, clássicos de Luiz Gonzaga, Mestre Zinho, Trio Nordestino .Os 3 do Nordeste,Genival Lacerda e Dominguinhos.

Em 2004 foram vencedores do FENFIT ,importante festival que acontece todos os anos em Itaúnas ES. com a música " É BOM DEMAIS " .Além disso, Marcelo ganhou o Prêmio de melhor sanfoneiro do Festival.

Em 2009 receberam convite para lançar o segundo CD pela Europa passando por Londres,Milão,Barcelona,Madri,Suíça.Alemanha,Paris e Portugal. NA SANFONA...MARCELO RAMALHO, NA ZABUMBA MURILLO RAMALHO, TRIÂNGULO E VOZ DANILO RAMALHO...ESSE É O TRIO DONA ZEFA!!!!!!!!!

Créditos: http://www.triodonazefa.com/





Taí um show ao vivo desse fantástico trio!!!
DONA ZEFA ARENA 06022009 TRACK 01.mp3
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sábado, 8 de agosto de 2009

.Trio Araça

Formado em Brasília o Trio Araçá é fruto de um sonho de fazer com que o Forró Pé de Serra não perdesse sua pureza e originalidade. O Trio optou por manter as tradições nordestinas em sua primeira formação com Maicon Fuzuê considerado melhor sanfoneiro do V e VI Festival Nacional de Forró em Itaúnas, Boca Rica (foi quem ensinou os primeiros passos na sanfona para seu sobrinho, Maicon Fuzuê) no triangulo e Charlinho revelação na zabumba, melhor zabumbeiro do VI Festival Nacional de Forró de Itaúnas.

A segunda formação aparece Vavá no triângulo, filho de Nivaldo do Acordeon sanfoneiro de Anastácia em Serra Talhada-PE.

Em sua última formação Boka no triangulo, na zabumba fuscão quebrando tudo em São Paulo. O grupo apadrinhado por vários nomes de destaque do forró pé de serra como: Dió de Araújo (Trio Xamego), Marinês, Fubá de Taperoá, Três do Nordeste e Trio Juazeiro trazem em seu repertório referências a Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Assisão, Dominguinhos, Ary Lobo e tantos outros. Comunidade que visa o resgate da cultura pé de serra.



Segue abaixo um show ao vivo desse trio arroxado!
Trio Araça - Parte 01.mp3
Trio Araça - Parte 02.mp3
Trio Araça - Parte 03.mp3
Trio Araça - Parte 04.mp3
Trio Araça - Parte 05.mp3

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

.Trio Forrobodó


O Forrobodó iniciou a sua história em Set.98 em Itaúnas-ES e de lá pra cá passou por várias formações até a atual que está dando muito certo e também muito que falar no circuito de forró do país.

Essa nova formação começou quando os seus integrantes, que eram de trios diferentes, se juntaram para uma apresentação especial. O entrosamento e o sucesso dessa primeira apresentação foi tanta que chamou a atenção dos integrantes, que resolveram depois de algum tempo, continuar a escrever a história e o nome do Forrobodó.

Formado pelos músicos Erivaldinho do Acordeon na sanfona e voz, Vinicinho Magalhães, zabumba e voz e Luiz Feijoli Voz e Triângulo, o Forrobodó se destaca pela personalidade, talento, carisma e também pelo seu repertório, "roots" e com músicas de sua própria autoria; sem falar que os três cantam. Vale lembrar que estão se preparando para gravar o seu novo trabalho ainda nesse semestre.

O Forrobodó tem na bagagem, a experiência que os seus músicos têm de trios anteriores, fazendo com que sejam respeitados e admirados e a partir de agora, comecem a escrever no cenário forrozeiro mais uma história de sucesso!!!



Fiquem agora com show ao vivo desse trio que está dando o que falar!
Forrobodó - Ao Vivo no Arena - Brasília-DF - 14-05-09_01.mp3
Forrobodó - Ao Vivo no Arena - Brasília-DF - 14-05-09_02.mp3
Forrobodó - Ao Vivo no Arena - Brasília-DF - 14-05-09_03.mp3
Forrobodó - Ao Vivo no Arena - Brasília-DF - 14-05-09_04.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 05.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 06.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 07.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 08.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 09.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 10.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 11.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 12.mp3
Trio Forrobodo Ao Vivo Arena do 140509 13.mp3

terça-feira, 4 de agosto de 2009

.Santanna o cantador

Santanna - O Cantador

O maior influenciador do seu estilo é o imortal Rei do Baião, Luiz Gonzaga.

Em 1984, veio conhecer Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, de quem se tornou amigo particular. A admiração pelo Rei transformou-se em grande amizade. Participou de vários shows seus, fazendo a abertura e, em seguida, fazendo vocal.

Tornou-se cantor profissional em 1992.

Santanna é um artista nordestino nascido em Juazeiro do Norte - CE, em 29 de fevereiro de 1960, recebido pelas mãos firmes, calosas e carinhosas da parteira Maria Baião. Dizem, que foi aí que se ouviu o seu primeiro aboio.

Santanna, o Cantador, descende de família de artistas e teve, na sua infância, a influência do aboio do vaqueiro nordestino, do canto das lavadeiras, do canto das rezadeiras e, finalmente, do canto dos cantadores violeiros e emboladores.








Se deliciem com um dos trabalhos do Santanna!


Santanna O Cantador - Xote pé de Serra (Ao Vivo).zip

domingo, 2 de agosto de 2009

.Nordeste lembra 20 anos da morte de Luiz Gonzaga


02/08/2009 Nordeste lembra 20 anos da morte de Luiz Gonzaga

Hoje, faz 20 anos que o consagrado Rei do Baião deixou o Nordeste mas sua herança musical persiste no País Crato Vinte anos depois da morte de Luiz Gonzaga, o som de sua sanfona está cada vez mais presente nas salas de reboco das casas do sertão e nos mais diversos auditórios e palanques, enchendo de emoção e lirismo platéias de todas as categorias sociais. Em Exu (Pernambuco), sua terra natal, a programação comemorativa aos 20 anos da morte do Rei do Baião foi aberta, ontem, com uma "roda de sanfona", debaixo de um pé de juazeiro, no Parque Asa Branca. Em Juazeiro do Norte, sanfoneiros do Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha homenagearam o velho "Lua" com uma retreta de sanfonas em torno de seu busto, na Praça do Memorial. Com forma também de homenagem e resgate da memória de Gonzagão, o poder público quer tombar Parque Asa Branca como Patrimônio Imaterial.
O forró pé-de-serra, introduzido no Brasil pelo Luiz Gonzaga na década de 40, conquista o mercado, concorrendo com outros ritmos brasileiros e estrangeiros. "O baião, coco, rojão, quadrilha, xaxado e xote caracterizam o forró e tem cheiro de carne de bode assada", comparou o velho Gonzagão, acrescentando que é uma música com a cara do Nordeste, que canta, ri, chora e "faz pouco" do seu secular sofrimento.
Luiz do Nascimento Gonzaga nasceu no dia 13 de dezembro de 1912, na Fazenda Caiçara, município de Exu, ao lado da casa onde morou a heroína cearense Bárbara de Alencar. Morreu no dia 2 de agosto de 1989, às 15h15, no Hospital Santa Joana, no Recife, onde estava internado há 42 dias. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa de Pernambuco e enterrado na capela do Parque Asa Branca, em Exu, sua cidade natal.
A escola gonzagueana está cada vez mais presente na vida das novas gerações, vindas das mais diversas categorias sociais. O vendedor de discos José Amilton Silva, proprietário da loja "Amilton Som", diz que Gonzagão continua sendo o maior vendedor de CDs do Cariri. "De vez em quando aparece uma novidade, um cantor novo que desponta no cenário artístico nacional, mas desaparece, enquanto a venda de discos de Gonzaga é constante", afirma.
Amilton, que vende discos desde 1963, destaca que "Luiz Gonzaga interpretou o Nordeste em carne e osso, a poesia do povo, tradicional ou improvisada, transformada em canção, é um dos fenômenos mais ricos da cultura popular, pelo enfoque permanente de elementos históricos, tradicionais, emocionais e sociais". Ele foi o primeiro músico assumir a nordestinidade representada pela sanfona e pelo chapéu de couro. "Cantou as dores e os amores de um povo que ainda não tinha voz".
Programação
A influência de Luiz Gonzaga na música nordestina está no terreiro de sua casa, Exu. O número crescente de seguidores do rei, como eles se autodenominam, transforma Exu e cidades vizinhas na terra dos sanfoneiros. Este ano não houve necessidade de contratar sanfoneiros de fora para a festa dos 20 anos de morte de Gonzagão.
"A gente juntou mais de 20 sanfoneiros que se revezam no Parque Asa Branca para dois dias de puro forró", diz a coordenadora do Parque Asa Branca, Clemilce Parente. A homenagem ao cantor foi aberta ontem com um grupo de sanfoneiros, liderados por Joquinha Gonzaga e Joãozinho do Exu e termina hoje, com a realização de uma missa de ação de graças.
HERANÇA CULTURAL
Herdeiros do "Rei" mantêm tradição musical
Crato. O mais legítimo representante da arte de Luiz Gonzaga é o neto de Januário e sobrinho de Gonzagão, João Januário Maciel, conhecido por Joquinha Gonzaga que, apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, assimilou a cultura nordestina. Herdou do tio, Gonzagão, a mesma "puxada" de sanfona. "Essa puxada eu conheço, é a mesma de Januário", dizia Luiz Gonzaga, referindo-se ao sobrinho estimado.
Luiz e Joquinha percorreram o Brasil cantando a música "Dá Licença P`rá Mais Um", em que o Rei do Baião apresentava seu substituto, cantando: "Se é de pai pra filho/ de filho para pai/ de sobrinho pra tio/ alguma coisa sai/ então vou por aí/por este mundo vou/ usando esta herança do meu tio e do vovô.
Com residência na cidade de Exu (PE), Joquinha é um das mais requisitados sanfoneiros da região. Hoje, Joquinha Gonzaga é um dos grandes nomes do forró autêntico, com uma discografia de uma média de 15 LPs e CDs, com destaque para o CD Cantos e Causos, de Gonzagão, gravado em 2006, em que o artista fala de "causos" que presenciou nas viagens que fez com o tio Lula, canta músicas conhecidas de Gonzagão, de compositores conhecidos nacionais e regionais, e também de sua autoria.
A escola gonzagueana está presente no meio universitário. Três acadêmicos do curso de Direito da Universidade Regional do Cariri (Urca), Marcos Eduardo, sanfoneiro; Robson Andrade, triângulo e voz, e Emerson Miranda, zabumba e voz, formaram o trio "Forró Direito" inspirados no Rei do Baião.
O sanfoneiro Maurício Jorge, de Juazeiro do Norte, tinha apenas seis anos quando Gonzagão morreu. "Tenho um vaga lembrança do cortejo que passou em frente à minha casa com o corpo dele para ser enterrado em Exu", lembra. Com dois LPs gravados, Maurício cresceu ouvindo as músicas de Luiz. Hoje é um dos mais requisitados sanfoneiros da região, ao lado de Fábio Carneirinho.
Mais informações·
Exu - Pernambuco ·Parque Asa Branca (87) (9626.4101 87) 3879 1216

.Fã clube promove homenagem a Luiz Gonzaga

Fã clube promove homenagem

Fã clube promove homenagem a Luiz Gonzaga, estimulando a valorização da arte popular nordestina.

Quixeramobim. Uma semana inteira de homenagens. Fãs do famoso "Rei do Baião", "Embaixador Sonoro do Sertão", "Velho Lua" ou simplesmente "Gonzagão", reverenciam o mais famoso sanfoneiro do Brasil com diversificada programação cultural no coração geográfico do Ceará, no Sertão Central. O tributo tem início na tarde de amanhã, segunda-feira 3, no Programa Crepúsculo do Sertão, transmitido pela Difusora Cristal, uma das mais antigas emissoras do Estado desta cidade. Em seguida, a partir das 19 horas, será celebrada a Missa dos Sanfoneiros, na Igreja Matriz de Quixeramobim. A data marca os 20 anos de saudade do famoso compositor e sanfoneiro nordestino, Luiz Gonzaga, conhecido por Rei do Baião.

Após o culto religioso, dezenas de sanfoneiros da região participam de um cortejo pelas principais ruas da cidade. Saúdam àquele que para eles e para uma legião de saudosos representa a verdadeira identidade sonora sertaneja. Para eles, a memória do sanfoneiro do povo é cultuada principalmente por quem carrega no coração o lema de que a tradição nordestina não deve morrer. Deve permanecer viva nos corações dos nordestinos, que carregam a felicidade e o orgulho de terem letras de canções que sintetizam a beleza do Nordeste. Se depender deles, os acordes do Rei do Baião se tornarão eternos. E assim será para a maioria dos fãs de Luiz Gonzaga.

Durante a semana, o pesquisador José Marcelo Leal Barbosa, autor do livro "Luiz Gonzaga, suas canções e seguidores", realizará uma maratona literária pelas escolas de Quixeramobim. O coronel da Polícia Militar do Maranhão abordará a importância de seus estudos para a preservação das raízes nordestinas, como forma de manter a identidade de uma cultura, preservando a história e as pessoas que contribuíram para que o Nordeste ganhasse vida pelas músicas. Na oportunidade, também haverá exposições especiais e mostras de vídeo sobre a vida e obra do consagrado artista do povo, imortalizado por seu estilo musical.

As homenagens se encerram no próximo sábado, dia 8. A partir das 8 horas, haverá festival de teatro intercolegial no Memorial Antônio Conselheiro. A "Vida de Luiz Gonzaga" será a temática dos espetáculos cênicos. Pela peça, o público poderá ter contato com um pouco da vida daquele que brilhou com a sanfona. Ainda no parque cultural, o público poderá apreciar uma exposição de desenhos e redações selecionadas num concurso estudantil. Quando a noite chegar, sob a luz do luar, haverá espetáculo com o Quinteto da Sanfona: Nonô, Luis Paulo, Tenilson, Dedé Paulo e Geraldo Ferreira. O show será realizado no salão social da AABB.

A Semana do Gonzagão será promovida pelo Fã Clube Viva o Rei, fundado em Quixeramobim faz cinTeixeira, seu grande parceiro. O concerto faz parte da programação comemorativa aos 11 anos da OFC. Nesta temporada, a orquestra apresenta 12 concertos, sendo um por mês. O maestro da Orquestra Filarmônica do Ceará, Gladson Carvalho, ressalta a importância em homenagear o ícone da cultura nordestina, que se constitui referência aos novos adeptos do meio musical."Convidamos as pessoas a lotar o teatro, numa noite brilhante e esplendorosa, dedicada ao Luiz Gonzaga", reforça. Este é o primeiro concerto do ano em que a Orquestra não realiza apresentações gratuitas. Os ingressos custam R$10 a inteira, e R$ 5 a meia-entrada.A Orquestra Filarmônica do Ceará é uma Associação Cultutal sem fins lucrativos de direito privado, que se destaca no cenário musical do Ceará incentivando e promovendo concertos, espetáculos, edição e Gravação de Música Erudita Brasileira e Universal. Composta atualmente por 50 músicos que realizam ensaios regulares e temporada de concertos de notável sucesso, a Orquestra busca consolidar a formação de platéias, a educação musical e a prática de música sinfônica, preservando e protegendo o patrimônio artístico musical do Ceará. A OFC se mantém por meio de apoio cultural, doações e patrocínio, que viabilizam a realização de seus projetos e ações.
co anos. São mais de 150 associados, garante o presidente Fernando Ivo Sousa. Apesar de não contarem com o apoio de nenhum órgão oficial, apenas de empresários da cidade, os organizadores pretendem relembrar a memória do ídolo e despertar o interesse dos jovens pela autêntica identidade do povo nordestino. São aguardadas caravanas de vários cantos do Estado do Ceará e até de estados vizinhos.

Mais informações
Fã Clube Viva o Rei - (88) 9929.2298 / vivaorei.lg@bol.com.br