sexta-feira, 27 de novembro de 2009

.Trio Façuá


Banda formada por Naldo Luiz, que realiza um estudo aprofundado da cultura musical nordestina em especial o Forró Pé de Serra. O grupo faz uma análise das melodias, harmonias e ritmos desta bela cultura. Resgata temas e cantores até então esquecidos por uma mídia tão destorcida, que nos empurra uma lavagem cerebral, fazendo-nos esquecer de nossa cultura regional e popular.

Anteriormente composto por três integrantes, o Trio Façuá, a partir de 2004 passou a contar com a participação da musicista Ivy Anne (Nega Ivy), pois a flauta também é usada no forró pé de serra em várias regiões do nordeste. A denominação Trio foi mantida em função da tradição nordestina de caracterizar como trio os grupos musicais que tem como base a formação original do forró pé de serra: acordeon, zabumba e triângulo.

O repertório vai bem ao fundo, buscando temas de: Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Genival Lacerda, Dominguinhos, Sivuca, Oswaldinho do Acordeon, Céceu, Trio Forrozão, Trio Virgulino, Marinês, Elba Ramalho, Patativa do Açaré, Gordurinha, Alceu Valença, Zé Ramalho, assim como composições próprias.






Naldo Luiz









Ivy







Amandinha








Philipim _ Indicacão de melhor trianglista do Festival Nacional de Forró Pé de Serra de Itaunas (ES) 2008.








Mais um pouco de façuá!
Trio Façuá - Auto da Compadecida - Último Pau de Arara - Baião da Penha.mp3

terça-feira, 24 de novembro de 2009

.Chama Chuva


Eles não nasceram em berço de ouro, mas sim no berço do forró. E é por isso que ninguém consegue ficar parado ao ouvir as canções do CHAMA CHUVA, grupo formado na vila Dunas de Itaúnas no Espírito Santo e que virou referência nacional. CHAMA CHUVA é Giovani (voz), Dil (zabumba) e Waguinho (triângulo).


Após ter passado a infância nadando e pescando nos rios, subindo dunas e vivendo os incansáveis ciclos de alternância entre a exuberância do verão e o recolhimento do inverno, Giovani, Waguinho e Dil despertaram para a musicalidade junto com o adolescer. Hoje, músicos no caminho da musicalidade junto com o adolescer. Hoje, músicos no caminho da consagração pelo grande público das capitais, vêem o resultado da criação itaunense se consolidar no nome do CHAMA CHUVA. A eles se juntaram o sanfoneiro Rodrigo, Samy no violão solo e, mais recentemente, Eduardo Pontes, no baixo e Guto Padovani, na Bateria.


Os dois primeiros CDs - Cativeiro Coração e Forró Manhoso - foram acolhidos carinhosamente principalmente pelo público capixaba, paulista e mineiro. "Para nós ir a Conceição da Barra, cidade mais próxima à Vila de Itaúnas, era uma viagem e hoje ganhamos o mundo”, diz o vocalista do grupo. Waguinho concorda e lembra: "Itaúnas é tudo pra gente. Nossa terra sempre foi palco para outras bandas, até que chegou nossa vez".


Manter vivo e nas paradas de sucesso um dos mais tradicionais e legítimos ritmos musicais brasileiros foi a missão assumida por esses jovens integrantes em seu terceiro trabalho intitulado Na Asa do Vento, lançado em 2.004. Este trabalho foi tão bem sucedido que os rendeu uma turnê de sucesso nos Estados Unidos. “Sentimos que conseguimos levar aos brasileiros residentes nos Estados Unidos a alegria e emoção do nosso ritmo brasileiro”, garante Giovani.


O CHAMA CHUVA já recebeu as bênçãos dos mestres Dominguinhos, participação especial no CD Forró Manhoso, Gilberto Gil, que emprestou duas de suas canções: A Novidade, do CD Cativeiro Coração e Mulher de Coronel, do disco Na Asa do Vento. Além disso, esses meninos de Itaúnas conquistaram diversos prêmios, dentre eles o TV Vitrine Show, como melhor banda de forró, em 2.000; Troféu Xodó Carioca, como destaque na categoria o forró, em 2.002 e ainda, consecutivamente, em 2.006 e 2.007, o Prêmio Mineiro da Música Independente.


O CD Se ajeita, Mariana! Chega agora ao público mostrando o CHAMA CHUVA numa fase de maior maturidade e entrosamento, um casamento perfeito entre os integrantes e os músicos acompanhantes. O resultado se percebe na qualidade dos arranjos, nas letras, melodias e no swing que valoriza ainda mais a sensualidade do forró, criando um ambiente totalmente propício para quem gosta de dançar coladinho. A faixa que dá nome ao CD tem a participação mais que especial de Enok Virgulino, interpretando junto a Giovani essa divertida canção em homenagem às “complicadas” mulheres.


O novo trabalho também traz a reboque a responsabilidade de repetir o sucesso dos discos anteriores e manter o CHAMA CHUVA na lista dos mais vendidos do forró brasileiro.
A história que começou em Itaúnas/ES há nove anos e alçou vôo definitivo em Minas Gerais, São Paulo e Brasília agora quer conquistar você. Seja bem vindo nesta viagem! O CHAMA CHUVA tem um lugar especial reservado para você.






Taí um pouco + de chama chuva!!!


Chama_Chuva_-_Forró_Xiboquinha.mp3
Chama-Chuva - Filó.mp3
Chama Chuva - Bate Zabumba.mp3
Chama Chuva - Forro de Itaunas.mp3
Chama Chuva - O Bicho Que Mata O Homem.mp3
Chama Chuva - Cancao ao mar.mp3
Chama Chuva - Mulher Comprometida.mp3
Chama Chuva - Toque de Fole.MP3
Chama Chuva - A Novidade.mp3

.Quartinha - 50 anos de zabumba



O pernambucano Reginaldo Pereira de Melo, mestre zabumbeiro, nascido em Afogados (bairro do Recife), mais conhecido como Quartinha, está completando 50 anos de zabumba com muita dedicação, profissionalismo e amor pelo seu instrumento. Logo que começou, com apenas sete anos de idade, fez uma apresentação com ninguém menos que o Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Em sua recente passagem por João Pessoa, no dia 26 de junho de 2009, para fazer show com o forrozeiro e cantor Santanna “O Cantador”, Quartinha concedeu uma entrevista para o Blog Paraíba Percussiva e nos contou alguns detalhes de sua carreira e da festa que irá promover para comemoração desta data tão especial em sua vida e na vida de todos os zabumbeiros do mundo.

Paraíba Percussica
PP: Pra começar, gostaria que você falasse um pouco de você: seu nome, onde nasceu, quantos anos...

QUARTINHA: Meu é Reginaldo Pereira de Melo. Eu nasci em Afogados que é um bairrozinho do Recife e eu tenho 58 anos e vou agora dia 4, 50 só de zabumba (risos)

PP: Merece uma festa!

QUARTINHA: Eu vou fazer uma festa lá na Sala de Reboco. Já estou organizando tudinho direitinho pra fazer uma festinha. Uma festinha não! Vai ser uma festona!
PP:Por que a zabumba?

QUARTINHA: Eu toco pandeiro, toco agogô, mas a zabumba foi a que mais me inspirou. O zabumba foi minha vida. Eu era “jogueiro”. Era jogador de futebol. Treinei no Santa Cruz, treinei no Ámérica, fui aprovado e não gostei. Então, eu já tocava zabumba, aí eu puxei pro lado do zabumba e pra mim foi melhor de que o futebol.

PP: Como foi o início, o primeiro contato com o zabumba? Veio da família?

QUARTINHA: Eu tinha meu pai que tocava pandeiro. Praticamente eu não conheci meu pai. Aí eu perguntei a minha mãe se meu pai tocava. Ela disse: seu pai tocava pandeiro. Então é o sangue do meu pai.

PP: E no início de sua carreira? Alguém te ajudou? Deu um pontapé inicial ou você foi sempre seguindo sozinho mesmo?

QUARTINHA: Eu fui seguindo sozinho e com sete anos de idade eu fui pra um comício lá em Dois Unidos e nesse comício Luiz Gonzaga foi tocar, então eu tava no meio do público assistindo. Não tinha noção nenhuma mas já tocava zabumba e então o locutor que era um amigo meu e conhecia a minha família disse:“Seu Luiz! Aqui tem um menininho... um menino...” Até que no fim ele me chamou de guri (risos). “Tem um gurizinho aqui que toca zabumba”.Luiz Gonzaga disse: “Quem é?”“É Quartinha! Ele tá aqui. Olha ele ali!Aí ele disse: “É aquele ali? ”Ele: ”É!”E Luiz: “Venha cá sujeito!” Aí me chamou, eu subi no palanque e ele perguntou a mim: “Que que quer que eu toque?”Eu disse “toque o que o senhor quiser”.Ele tocou a “Feira de Caruaru” e eu mandei brasa (risos).

PP: Por que Quartinha?

QUARTINHA: Quando eu era pequeno, com uma idade de uns 2 anos 3 anos, eu tinha pescoço fino, que eu ainda tenho (risos), a canela a fina (risos) e o buchão. Aí um primo meu disse ... “olha Noêmia (que minha mãe se chamava Noêmia), ele parece uma Quartinha”. Aí quartinha ficou. Então eu agradeço e agradeci demais esse apelido.

PP: Deu sorte! (risos)

QUARTINHA: Deu sorte graças a Deus, deu sorte.

PP: Quais são suas maiores influências?

QUARTINHA: Rapaz ... Cícero que tocava e era o irmão do Jackson do Pandeiro.

PP: Cheguei a conhecer

QUARTINHA: chegou a conhecer Cícero?

PP: Cheguei.

QUARTINHA: Eu era fã de Cícero apesar que Deus levou ele e... também de Boréu, também que já se foi.

PP: de lá esse Boréu? (Recife)

QUARTINHA: Não.Boréu é cearense. Ele tocava com Dominguinhos, tocou muito tempo com Dominguinhos. Eu gostava muito dele. Ele era muito meu amigo, sabe? E Deus já levou. Deixa que ele tá em bom lugar ...
PP: Seu estilo de tocar é uma marca já. Todo muito que escuta, já conhece...

QUARTINHA: É...

PP: O que você faz pra ter esse som?

QUARTINHA: Rapaz, isso aí eu não sei nem explicar a você porque isso ai é Deus quem manda. Ás vezes eu tô tocando aí vem uma inspiração assim... de eu fazer um desenho, aí eu faço e quando vou querer fazer de novo, eu não sei mais.

PP: A coisa vai surgindo.

QUARTINHA: É vai surgindo assim é o momento.

PP: O que você acha dessas bandas de Forró? Chamadas de Forró “Moderno”, de “Plástico”, “Eletrônico”.

QUARTINHA: Eu num sou contra não. Há o forró...num tem forró de plástico não. Eu acho que isso é invenção. Eles fazem o trabalho deles, tem espaço pra todo mundo e... num tem forró de “plástico”. Só que aquele batida do pedal da bateria, a gente já fazia, porque tem o baião..tem duas qualidades de baião chama-se o “baião verdadeiro” e o “baião batido”, o baião batido que Luiz Gonzaga gravou “Eu vou mostrar pra vocês como se dança o baião” (tocando o ritmo em palmas) que dizer isso aqui é o baião batido então, a banda pegou e botou pro pedal, ai botou forró “estilizado” mais Gonzaga já fazia isso em mil oitocentos e antigamente.

PP: e o outro baião é o quê?

QUARTINHA: O baião “certo”. É só uma pancada (solfejou o ritmo). Chama-se um por duas ou é dois por uma.

PP: E o forró pé-de-serra com a bateria no lugar do zabumba? O que é que você acha?

QUARTINHA: Não, aí não é forró pé-de-serra não, porque se não tiver mesmo o zabumba não é forró. O forró tem que ter zabumba, triângulo e pra completar pandeiro e o agogô. Tem que ter tudo isso certo? Na minha opinião, não é forró. Quem quiser dizer que é forró, tudo bem, eu respeito, mas só que não é não.

PP: Entre os vários artistas que você já acompanhou cite alguns....

QUARTINHA: Rapaz (risos) o primeiro foi Luiz Gonzaga. Ai lá vem Dominguinhos, Sivuca, já gravei e toquei com Sivuca, Hermeto Pascoal, Genival Lacerda, Alcimar Monteiro, Jorge de Altinho, Nando Cordel, Flávio José. De Flávio José eu tenho num sei quantos discos gravados.

PP: Maciel Melo

QUARTINHA: Maciel Melo, Marinês, que Deus tenha ela em bom lugar.

PP: Oswaldinho já?

QUARTINHA: Oswaldinho (do Acordeon) que é meu amigo demais. Messias Holanda e vários artistas. Se eu for falar isso pra você, vai passar dois dias e eu não sei! (risos). Num vou lembrar tudo.

PP: Há quanto tempo você está tocando com Santanna?

QUARTINHA: Vai fazer oito anos já.

PP: Sabemos que você é um dos zabumbeiros mais solicitados para gravações. O que é preciso para fazer uma boa gravação no zabumba?

QUARTINHA: Rapaz! Primeiramente o talento. E gravação é toltamente diferente de um show ao vivo. Show ao vivo a gente pode errar. E agora tá bom que numa gravação você pode errar também, que se conserta. Mas, de primeiro quando eu comecei a gravar, vamos supor, eram quatro pessoas tudo num só canal só. Então, se errasse, tinha que voltar de novo tudinho. Hoje ta bom demais. Tá tudo moderno. Você grava num canal só e erra duzentas, quinhentas vezes e acerta, senão também o computador vai lá e ajeita, hoje tá muito fácil gravar.

PP: Você sabe quantos cd’s você já gravou?

QUARTINHA: Ah!! Não sei não (risos) Eu sou do LP ainda,do vinil, ainda sou daqueles discos de acetato, desse tamaínho, fazendo jingles, essas coisas, eu não sei quantos discos eu gravei. Não tenho nem idéia...

PP: Onde está o swing do zabumba?

QUARTINHA: (Risos) Rapaz... Já nasce. A gente já nasce com o swing. O swing num se aprende não. Se não tiver na veia (ele bate no antebraço) ... Ritmo também num se aprende... não tem escola de ritmo. Você tem que nascer com o ritmo.

PP: Quem são as novas promessas do zabumba? Quem é a nova geração que está chegando?

QUARTINHA: Aahh! Tem muitos. Tem o filho de Cicinho que chama-se Neném. Tem o Edinho, tem Zé Ronaldo que agora tá com Elba Ramalho. Tem muitos... inclusive agora, vou até puxar sardinha pra minha brasa (risos): tem um netinho meu que já tá caminhando. Já tô dando as dicas a ele.

PP: É 0 pequinininho?

QUARTINHA: É o pequenininho. Vai primeiro estudar. Ai eu digo: primeiro você tem que estudar!

PP: Qual é o nome?

QUARTINHA: É Medson.

PP: Deixe uma mensagem para os músicos e leitores do blog Paraíba Percussiva.

QUARTINHA: O que eu tenho a dizer aos meus colegas é que não deixe o forró morrer... Eu já tô assim... numa idade já legal, graças a Deus, já tô bem aceito no meio e dizer aos meus colegas que quanto mais ele toque, que ele seja mais humilde, pise no chão. Não fique querendo assim.. botar banca, vou logo no dito popular é botar banca. Tem que sempre atender todo mundo bem e pisar no chão. Ser um cara humilde porque se ele for um bom músico e não for uma pessoa humilde, um instrumentista humilde, ele não vai pra lugar nenhum.

PP: Você se considera realizado já na sua profissão ou ainda tem alguma coisa pra você conquistar?

QUARTINHA: Não... tem muita coisa ainda porque a música é infinita. Você nunca aprende tudo. Eu tenho muito que aprender ainda. Ás pessoas ás vezes diz assim: Você é o melhor zabumbeiro do mundo! Aí eu fico olhando... Ô meu amigo obrigado... só que eu num me acho assim o melhor zabumbeiro do mundo porque eu não aprendi ainda. Aí os caras: Mas rapaz, 50 anos de zabumba... não aprendeu ainda? Eu digo não! Por que a música é infinita, e quanto mais você vai tocando, vai descobrindo coisa, vai se modernizando, vai aprendendo, aprendendo... Quando aprender tudo você morre.

PP: O que foi que a música lhe proporcionou na sua vida?

QUARTINHA: As conquistas... eu não sou rico. A turma pensa que eu sou rico mas não sou. Eu tenho uma família maravilhosa, tenho minha casinha, tenho meu carrinho pra andar e quero ganhar mais dinheiro pra comprar minha fazenda (risos). Tô feliz, tô legal eu não quero enricar não. Quero que Deus me dê minha saúde primeiramente, meu trabalho e que eu ganhe meu dinheirinho que dê pra manter minha família. Só isso. não quero mais nada.
(paraibapercussiva.blogspot.com).



segunda-feira, 23 de novembro de 2009

.Trio Classe A


O Trio Classe A é um dos conjuntos de forró sudestinos mais antigos da atualidade, atuando no circuito há mais de 6 anos, carregando a bandeira do forró pé-de-serra, difundindo a cultura nordestina na região sudeste e tocando nas maiores e melhores casas de shows da região.

Já tendo passado por várias formações, hoje conta com os músicos Zé Oto (triângulo e voz), Rodrigo Donato (zabumba e vocais) e Leonardo Magalhães (Sanfona e vocais). Apresentando uma mistura gostosa e dançante do tradicional forró pé de serra nordestino com a classe e sofisticação da musica sudestina.



quinta-feira, 19 de novembro de 2009

.Trio Clandestino


EM 2002 EX-INTEGRANTES DE TRÊS BANDAS DE FORRÓ DE BH REÚNEM-SE DECIDINDO FORMAR UMA NOVA BANDA - DAÍ O NOME CLANDESTINO - FEITO AS PRESSAS, FORA DA NORMALIDADE. MAIS TARDE UM DOS QUATRO INTEGRANTES ORIGINAIS SAIRIA DANDO ASSIM ORIGEM A FORMAÇÃO DO TRIO. APÓS A SAÍDA DO 1º SANFONEIRO, MAIK E GUTO (INTEGRANTES ORIGINAIS) CONVIDAM EVERTON CORONÉ QUE PASSA A FAZER PARTE DA FORMAÇÃO DEFINITIVA DO TRIO CLANDESTINO.

TEM UM REPERTÓRIO FORTE, AUTÊNTICO QUE VAI DE GONZAGÃO, DOMINGUINHOS, FLÁVIO JOSÉ, ACIOLY NETO, JACKSON DO PANDEIRO, TRIOS DE SUCESSO COMO O NORDESTINO, VIRGULINO, OS 3 DO NORDESTE, FORROZÃO, JUAZEIRO,. ETC..., BEM COMO TODOS GRANDES COMPOSITORES E INTERPRETES DO FORRÓ BRASILEIRO.

O TRIO TEM SUAS PRÓPRIAS MÚSICAS E UM GOSTO ÍMPAR NAQUILO QUE TOCA NOS SHOWS. EM 2009 APRESENTA SUA MÚSICA INÉDITA "NOVO VERDE TABULEIRO", um autêntico retrato da beleza nordestina.

ALÉM DE SUAS COMPOSIÇÕES ESTE TRIO FAZ ACONTECER EM SEUS SHOWS, DESTACANDO-SE SEMPRE PELO IMPROVISO, INOVAÇÃO, PELO INESPERADO, TORNANDO CADA APRESENTAÇAO ÚNICA, ESPETACULAR, SURPREENDENTE.





Segue uma pequena amostra do trabalho do trio clandestino!!!

Trio Clandestino - MG - Novo Verde Tabuleiro.mp3

Trio Clandestino - Bom bocado.mp3

TRIO CLANDESTINO - DECOLAR NO PENEIRADO.mp3

domingo, 15 de novembro de 2009

.Trio Rapacuia


Eis que surge no cenário do forró carioca o mais novo trio de Forró Pé de Serra. Três cariocas amantes da cultura nordestina que se propuseram a espalhar a semente que Luiz Gonzaga plantou. Trio Rapacuia uma alusão a música do Bezerra da Silva, que outrora transitou pelo universo encantado do forró pé de serra.

Trio Rapacuia é formado por:

Fernando Nazareth - FERNANDÃO (Zabumba e voz), Quando criança morou em Pernambuco, tendo seu primeiro contato com a cultura e o folclore nordestinos, mas teve seu forte encontro com o forró pé-de-serra por volta do ano 2000, com influências diversas e de outros tantos estilos musicas como: pop, rock, chorinho, soul e etc. “Fernandão”, um multi-instrumentista, criou um estilo próprio de tocar zabumba e cantar. Antes de ser o vocalista do Trio Rapacuia tocou nas melhores casas de forró do estado em uma banda chamada Forró d’ uma Figa.

Rogério - LORÃO (Triângulo e voz) conheceu o forró através de várias viagens que fez pelo Brasil, em Festivais de forró (no Rio, São Paulo, Itaúnas, dentre outros...) trabalhando e fazendo artesanatos (Quem não possui um colar com um pingente de triângulo, comprado em Itaúnas feito pelo LORÃO?), foi ele (Lorão) quem confeccionou o seu próprio triângulo. Não demorou muito e pegou gosto pela música e dança, e a vontade de tocar surgiu.

Rafael Elias - MENINÃO (Sanfona e voz), começou a tocar acordeon aos 11 anos, autodidata (aprendeu a tocar sozinho) mais tarde teve influências do grande Severo do Arcodeon (Eterno sanfoneiro de Jackson do Pandeiro). Hoje aos 17 anos arrocha o fole mostra ao público carioca o melhor do forró raiz.

Essa moçada que tem se apresentado, com muito orgulho, pelos salões de forró do Rio de Janeiro, e já esta alçando vôos por outras regiões desse nosso país, em breve, emocionará o Brasil inteiro.





A seguir segue um show ao vivo do trio rapacuia!!

Trio Rapacuia Ao Vivo Arena do Forro 190309 01.mp3
Trio Rapacuia Ao Vivo Arena do Forro 190309 02.mp3
Trio Rapacuia Ao Vivo Arena do Forro 190309 03.mp3
Trio Rapacuia Ao Vivo Arena do Forro 190309 04.mp3
Trio Rapacuia Ao Vivo Arena do Forro 190309 05.mp3
Trio Rapacuia Ao Vivo Arena do Forro 190309 06.mp3

sábado, 14 de novembro de 2009

.Trio Raiz


Ao sair de uma banda de forró universitário, em 2005, o sanfoneiro Marcelo Veiga decidiu dedicar-se ao forró pé de serra, batizando o novo projeto de Trio Raiz. Em 2007, juntou-se com Marcio Garcia, Josué Duarte e Ícaro Padilha, considerando esta a formação ideal para representar bem o ritmo.

A partir daí, as melhores casas de forró de São Paulo receberam a banda. Entre elas, Remelexo Brasil, Aldeia Turiassú, Açaí Praia, Estância Alto da Serra (Itaim), Bananeiras e Embaixada Nordestina. Já conhecidos por um público significativo, foram convidados a participar de grandes eventos, como Nata Forrozeira, Magnata, Camping Roots e Marafest.

O ano de 2009 se iniciou muito conturbado para o fundador do trio, que por motivos de força maior teve que deixá-lo. À nova formação, acrescentou-se Jorge Donadeli, considerado pelos demais “um substituto com a cara do Trio Raiz”.

A história musical do sanfoneiro teve início aos seus 13 anos, na igreja CCB, onde tocava violino, violão, zabumba, triângulo e sanfona. Josué também convive com o forró desde pequeno. Nasceu em Governador Valadares (MG), onde sua avó era dona do “Forró da Dona Amélia”, e foi ali que ele obteve gosto pelo ritmo. Já em São Paulo, Josué cantava entre os amigos, mostrando também seu lado compositor.

Marcio tocava violão em bares, até seu primeiro contato com a zabumba e, depois disso, não a abandonaria mais. A intimidade de Ícaro, ao contrário, sempre foi com o triângulo. Fez parte de outras bandas e, então por sua simpatia e oportunidade, juntou-se ao Trio Raiz.

A formação individual dos meninos formou um repertório que não só resgata grandes tesouros - desde Luiz Gonzaga até nomes pouco conhecidos -, mas inclui canções próprias. Somado ao Rei do Baião, o forró pé de serra do trio dá nova cara também a composições de Marinês, Jacinto Silva, Lindu, Dominguinhos, Zé Cacau, Gonzaguinha do Baião, Jackson do Pandeiro, Jonas de Andrade, entre outros. O resultado é uma mistura de tradição trazida pelas fortes influências e a renovação carregada pelo talento jovem do Trio Raiz.



.RAUL - ELVIS - LUIZ GONZAGA


O que tem em comum Raul Seixas, Elvis Presley e Luiz Gonzaga? Fora o fato dos três terem “pulado” no mês de Agosto, e Raulzito e Luiz Gonzaga no mesmo ano (89), os três são ligados pela música… mais do que a gente pensa.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

.Trio Juazeiro


Formado, atualmente, por Ligeirinho (zabumba e vocal), Mocotó (triângulo e voz) e Carneiro (sanfona e vocal), completando 35 anos de vida artística, dedicados ao forró, este trio encanta seu público, pelas letras satíricas e melodias contagiantes que estão presentes nos sete LP's e no CD "Trio Juazeiro" da coleção Raízes Nordestinas, lançado pela gravadora EMI.

A história do Trio Juazeiro começa no ano de 1967 quando acompanhavam artistas como Zé do Baião e Seus Meninos, com shows passando por 19 capitais. Graças ao sucesso do disco coletânea "Uma Noite No Forró", produzido por Mario Zan, onde as duas faixas mais executadas "Vou De Tutano" e "Uma Noite No forró", eram as do Trio Juazeiro, chegaram ao seu primeiro LP individual, realizando shows por todo o país e participando de programas de auditório como o Show da Viola, de Carlos Aguiar, na TV Gazeta.

Com o grande sucesso que faziam, logo foram contratados pela gravadora Chantecler, e ao mesmo tempo iniciaram uma série de excursões com Genival Lacerda, chegando, inclusive, a fazer apresentações em países da América Latina, como Bolívia, Paraguai entre outros. Recentemente a gravadora EMI, lançou a coleção Raízes Nordestinas, com o CD auto-intitulado Trio Juazeiro, com canções de sucessos do trio, que são conhecidas pelo público atual, como: "Pedaço De Fulô", "Filho De Criação", "Amor Coado" e "Taturana".

O Trio Juazeiro aparece no final do milênio com força total, conquistando o público jovem das regiões nordeste e sudeste do país, realizando inúmeras apresentações, tendo excursionado pela Europa, passando por países como Inglaterra e França, mostrando o que de melhor sabem fazer: tocar, cantar e encantar o público, com o mais puro e legítimo dos ritmos brasileiros, o forró pé-de-serra.





Se deliciem um pouco mais do trio juazeiro!

Trio Juazeiro - Menina Treme Treme - Nanã.mp3
Trio Juazeiro - No Balanço da Fogueira.mp3
Trio Juazeiro - Dança do sertão.mp3
Trio Juazeiro - Sorte Cangaceira.mp3
Trio Juazeiro -Taturana.mp3
Trio Juazeiro- Amor coado.mp3
Trio Juazeiro - Espelho de barrigudo.mp3
Trio Juazeiro - No castigo da chinela.mp3
Trio Juazeiro - Tem Quem Reze Por Mim.mp3
trio juazeiro - forró da gameleira.mp3

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

.Três Tinguá


O trio teve início em 02/08/2007. Luiz André (sanfona), Anzol (Zabumba) e Cabelo (Triangulo), seriam a formação inicial. Todos já faziam forró em outras bandas, Luiz André e Cabelo, des do ano 2001, integravam o Mandakaya. Anzol, no mesmo período, forró braúnas. A idéia, que partiu da Anzol, era fazer um forró jovem, preservando o autentico forró pé de serra.

Com repertório baseado em Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste, e músicas próprias, estamos conseguindo conquistar nosso espaço, sempre com muito respeito.

No início de 2009, por problemas particulares, o Cabelo teve que sair do Trio, dando lugar para nosso parceiro e amigo Aspira (Triangulo). Nossa última conquista, e provavelmente a mais importante, foi a classificação para o Fenfit 2009, a inclusão de nossa música Pica o pé no CD Fenfit 2009, e o título de Melhor Triangulista do Fenfit 2009, com Aspira.





Segue abaixo a música de trabalho dos três tinguá!

Três Tinguá - Pica o Pé.mp3

terça-feira, 10 de novembro de 2009

.Trio Caeté


O Trio Caeté teve inicio janeiro de 2007 quando Roxinho e Carioca decidiram se juntar para montar um trio de forró, pois em oportunidades anteriores em que haviam tocados juntos, perceberam que existia um gosto em comum e uma influencia musical muito parecida.

A vontade de montar um trio de forró se concretizou no mês seguinte com a chegada do zabumbeiro Juninho que permaneceu por um ano junto ao trio que hoje conta com Amendoin na Zabumba, e assim se encontra a formação atual do Trio Caeté. Roxinho (sanfona), Carioca (Triangulo e Voz) e Amendoin (zabumba) e muito forró.

O trio traz em seu repertório algumas músicas próprias e resgatam baseado nas influencias musicais de cada um músicas que completam seu repertório, observando o gosto de seus admiradores o Trio Caeté , procura agradar o publico crítico e os menos exigentes.

O Trio Caeté, com pouco tempo de estrada possui uma grande bagagem, pois já dividiu o palco com grandes mestres: Trio Juazeiro, Trio Xamego, Trio Virgulino, Mestre Zinho, Rouxinol Paraibano, Anastácia e também já esteve juntos com "a nova safra do forró" ,4 Mensageiros, Trio Jurití, Trio Dona Zefa entre outros.





E tomi + trio caeté!!!

Trio Caeté Forró do Benedito.mp3
Trio Caeté - Tem que Xamegar.mp3
Trio Caeté - calendario do amor.mp3
Trio Caeté - Sem o Santo Querer.mp3
Trio Caeté - agente se entende.mp3
Trio Caeté - eu sou do mundo.mp3
Trio Caeté - currupio.mp3

.Trio Alambique


O Trio Alambique surgiu em meados de 2005, tudo começou quando três amigos apaixonados por forró pé-de-serra resolveram se unir e formar um trio, a fim de dar continuidade ao autêntico forró, com alegria, humildade e carisma.

Trazendo em seu repertório a arte de grandes mestres nordestinos tais como:
Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Jackson do Pandeiro, Mestre Zinho e etc...

Essa é a atual formação do Trio Alambique:

Jeffinho Fernandes (Triangulo/voz), Lukinhas Almeida (Zabumba/vocais) e Kadu Soares (Acordeão/vocais).

Em pouco tempo de formação o trio já se apresentou em grandes casas de shows:

Açaí Praia/SP, Barracuda Sushi Bar/SP, Stillus Bar/Sto André , Bananeiras/Sto André, Tribal Sport´s Bar/SP, Forró de Respeito/SP, Gil.Com/SP, Ilusion/Guarulhos, La Rocca/Sp, Troppo/S.Caetano, Cooperativa Brasil/Campinas, Bambuzal/Sto André, Remelexo Brasil/Sp, Ali Babar/Sp e muito mais.





Trio Alambique - nossa historia.mp3

terça-feira, 3 de novembro de 2009

.Trio Forrozão


Eletrizante. Esta é a palavra que sintetiza Trio Forrózão no palco. Ave selvagem, garganta de aço, Bastos se transfigura no palco, como um caleidoscópio de voz, vibração e gestos incendiários.

Filhos do nordeste brasileiro, nascidos no alto sertão da Paraíba, o Trio Forrózão teve a sorte de ter um padrinho músico( Caetano Veloso ) que os levou para a arte nacional. Cresceram no Nordeste, tiveram como cartilha os mais diversos ritmos da região: baião, maracatu, xote, frevo, pastoril, caboclinhos e forró, muito forró. Gêneros musicais que preservam a pureza de uma cultura eminentemente popular.

Ainda que cantasse desde criança, Bastos iniciou sua carreira profissional tocando na Feira de São Cristóvão - RJ em 1984. Foram doze anos na feira, tocando com diversas pessoas até chegar a conhecer no ano de 1990 Nicodemus zabumbeiro e Zezinho Sanfoneiro. Nascia aí o TRIO FORRÓZÃO que inicialmente eram um trio, com o agravamento do esforço repetitivo do triangulo Bastos não podendo mais tocar convidou Edson no ano de 1996 para integrar ao trio como triangulista, transformando em um quarteto e batizando Edson artisticamente como Xupa Kabra.

Em 1997, trocaram a feira pela apresentações em faculdades no Rio de Janeiro e aí surgia o Forró universitário. Bastos e o trio com sua interpretação marcante renderam lhe seu primeiro contrato com a gravadora NATASHA RECORDS de Caetano Veloso que acreditou e apadrinhou a banda. Posteriormente gravaram mais quatro obras.

Rapidamente o trio despontou no meio musical, passando a integrar o primeiro time da Música regional Brasileira. Os discos se seguiam a cada ano, juntamente com shows que cada vez mais marcavam a sua presença única no palco. “É no palco cantando que nos nós sentimos mais vivos”, afirma o trio. No ano de 2003 o trio reaparece com uma nova formação preservando o garganta de aço Bastos e Xupa Kabra o dançarino do triangulo. Então, da Paraiba veio Zezinho Boni sanfoneiro de Campina Grande e de Pernambuco Nicodemus. No ano de 2006 o Trio assinou com a ROB DIGITAL RECORDS gravaram “ NA PUXADA DE REDE “ obra esta que caiu nas graças da mídia, chegando o trio a finalistas do Premio TIM DE MUSICA 2007, estando entre os três melhores grupos regionais do Brasil.

Seus espetáculos abrangem todos os públicos. São shows em feiras agropecuárias, festivais de forró, festas juninas, carnavais, festivais de rock, convenções e todo o tipo de eventos. Seu público não é definido: jovens e adultos de todas as classes são atingidos pelo trabalho do trio.Bastos o timoneiro do grupo justifica a imensa abrangência do seu público pela amplitude do seu trabalho.

Não existe nada de “standard” no Trio Forrózão. Os ritmos, as fusões, as influências e tudo o mais que signifique música está em seus shows.

Nova York, Londres e dezenas de lugares por todo o mundo atestam a grandeza do trabalho do Trio Forrózão. Viva a musica do sertão, viva o Forró!!!





E lá vai pedrada ao vivo!!!

090717 Trio Forrozao Ao Vivo Arena do Forro 01.mp3
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

.Trio Marrom


O Trio Marrom é formado por três nordestinos que se radicaram na capital paulista: o zabumbeiro baiano Geraldo Santana de Almeida (Curisco), o sanfoneiro paraibano José Luis Sobrinho e o trianglista pernambucano José Ramos Barbosa.

O grupo existe desde 1994, quando lançou o álbum Meu Destino é Cantar. Mas o currículo dos integrantes é pesado.
Eles trazem na bagagem participações em shows de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho e Anastácia.




Taí um show ao vivo do trio marrom!!!

TRIO MARROM LOROTA BOA 1.mp3
TRIO MARROM LOROTA BOA 2.mp3

domingo, 1 de novembro de 2009

.Antônio Barros e Cecéu


Antonio Barros nasceu em Queimadas-PB e começou sua vida profissional tocando pandeiro na Rádio Tamandaré compondo suas primeiras músicas e acompanhando (como pandeirista) Jackson do Pandeiro na Rádio Jornal do Comércio em Recife-PE.

Ele desenvolveu seu próprio estilo e se consagrou definitivamente para o sucesso nacional quando, num período em que se destacava uma linguagem poética na música em que retratava a fome e seca do Nordeste, Antonio Barros se projetou com sua poesia romântica, "cantando" as festas típicas nordestinas onde as pessoas se encontravam para comemorar, namorar e dançar. Transformando assim, através da música alegre e romântica e enfatizando as festas juninas, a dor em arte, alegria e romantismo.

"...danei a faca no tronco da bananeira, não gostei da brincadeira, Santo Antonio enganou. Saí correndo lá pra beira da fogueira ver meu rosto na bacia, e a água se derramou..." (Brincadeira na fogueira) em meados de 1968 gravada por Trio Nordestino.

Cecéu também nasceu na Paraíba, na famosa cidade do maior São João do Mundo (Campina Grande). Desde criança admirou o mundo musical e compunha algumas canções. “Eu sempre ouvia os programas de rádio e nessa fase obtive forte influência do romantismo vindo da música de cantoras como Dalva de Oliveira e Ângela Maria." (Cecéu).

Quando Antonio Barros e Cecéu se encontraram há 37 anos, formaram uma parceria na música e na vida. Passaram a compor juntos e se tornaram um casal de sucesso. Levantando a bandeira de uma forte expressão artística no companheirismo do dia-a-dia, essa dupla se transformou num paradigma da música popular brasileira, pois nesse decorrer são mais de setecentas músicas gravadas pela maioria dos intérpretes brasileiros, alcançando popularidade até no exterior onde suas obras também foram gravadas na Itália, Espanha, Portugal e Israel.

Esses compositores consagrados que fazem parte da realidade cultural da música conseguiram romper a regionalidade sem perder o sotaque. Na cidade de São Paulo, por exemplo, onde residem há 13 anos, o casal apresenta seus shows com a classe e o charme da música popular brasileira através de seus inúmeros sucessos. “Isso tambem se reflete de forma carinhosa, de respeito, de reconhecimento da nossa estoria vindos de uma nova geração de artistas pop’s e DJ’s de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais quando fazem regravações com releituras eletrônicas reafirmando ainda mais a atividade intensa das nossas obras num contexto sempre atual." (Disse Antonio Barros).











Segue abaixo uma minúscula amostra do trabalho dessa dupla fantástica de compositores!!!

Antonio Barros e Ceceu - E proibido cochilar- Forro desarmado-Forro numero um.mp3
Antonio Barros e Ceceu - Por Debaixo dos Panos.mp3
Antonio Barros e Ceceu - Brincadeira na fogueira- Naquele S Joao.mp3
Antonio Barros e Ceceu - Nao lhe solto mais.mp3
Antonio Barros e Ceceu - Mulher comprometida.mp3
15 Medley de xotes (com Antonio Barros e Ceceu).MP3
Antonio Barros segure o machucadoI.mp3
Antônio Barros - Dor de Cabeça.mp3
Antonio Barros - Caipora do Mato.mp3
Antônio Poderoso - Balanço de Fole.mp3